A 2a. edição da obra está atualizada, revista e completa.
A apresentação, assim como consta do livro:
APRESENTAÇÃO À 2ª. EDIÇÃO
Em menos de um ano já visualizamos diversas modificações em nosso sistema processual eletrônico, tendo como exemplo de melhor adoção o sistema do Superior Tribunal de Justiça. Apesar de termos, inicialmente, pensado que a doutrina se interessaria pelo tema, pouco se escreveu a respeito e a literatura sobre o tema é escassa e é preciso fazer um alerta importante: cuidado com as leituras na Internet, especialmente em Blog´s. Muito se tem escrito, mas sem qualquer rigor acadêmico e geralmente com cunho notadamente corporativista.
Contrariamente ao que imaginávamos, ou seja, que a pesquisa e a academia seriam prestigiadas, observamos regulamentações em Tribunais Superiores e no próprio CNJ interpretando a norma de forma totalmente insegura. Não se está valorizando a certificação digital.
Pudemos neste ano que passou viajar o Brasil e verificar a sua diversidade. Contrariamente, os Tribunais mencionados não se preocuparam com esta diversidade. Cada rincão de nosso país possui suas peculiaridades e suas necessidades.
Outra preocupação que se mantém firme é a da obrigatoridade do procedimento, o que entendemos ser extremamente prejudicial. Toda mudança radical deve ser paulatina e sem obrigação.
Fica, assim, nesta apresentação, um alerta para a inserção do processo de execução e as ações diretas de incostitucionalidade ajuizadas pela Ordem dos Advogados do Brasil. Uma ação infundada e extremamente prejudicial a todo o sistema.
Finalmente, não poderia deixar de registrar nesta apresentação meu agradecimento a pessoas que em muito ajudaram para esta 2ª edição: os amigos de Maringá, em especial a Jane Junqueira e nosso querido José Miguel Garcia Medina, ao de Curitiba Luiz e Teresa Wambier. Aos companheiros do IBDE, Túlio Vianna e Alan Balaban, que em muito contribuíram, respectivamente, nas áreas penal e do trabalho, sem qualquer vaidade.
Obrigado a todos que estiveram presentes nas palestras ou através destas linhas.
José Carlos de Araújo Almeida Filho
Janeiro de 2008
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